Artrite e artrose pela ótica quântica

articular

Conhecendo a artrite, a inflamação das articulações.

Artrite é um termo utilizado para descrever vários problemas dolorosos que afetam os as articulações e ossos, causando inflamações, dores, deformidade e dificuldade de movimentação. Existem mais de 200 tipos de artrite, mas os dois principais são a osteoartrite ou artrose (inflamação que leva à degeneração) e a artrite reumatóide (inflamação provocada por alterações no sistema de defesa autoimune).

Embora a artrite esteja normalmente associada a pessoas mais velhas, também pode afetar os mais jovens. Qualquer pessoa seja ela um atleta profissional, um praticante de musculação ou ginástica aeróbica, jovem ou idoso, quando submetido a determinados esforços mais intensos e traumáticos, pode desenvolver um quadro inflamatório da articulação, que nessa fase aguda receberá a denominação de artrite. Entretanto, a artrite pode ser sintoma de inúmeras doenças, sendo sempre necessário um diagnóstico correto da causa que originou a inflamação. Existem artrites traumáticas provocadas por acidentes ou torções, artrites infecciosas causadas por bactérias, artrites microcristalinas como a gota (mais frequentes no sexo masculino), e a artrite reumatóide, um tipo de artrite mais severa, onde o sistema imunológico ataca e destrói a articulação, degenerando a cartilagem e o osso, causando dor, inchaço, e podendo dificultar os movimentos. Outros tipos ainda incluem o lúpus e a síndrome de Reiter.

Os principais sintomas de todas as formas de artrite incluem dor, inchaço, enrijecimento e restrição dos movimentos. As áreas mais comumente atingidas são as mãos, pés, punhos, cotovelos, joelhos e tornozelos. As articulações inflamadas provocam rigidez articular, fadiga e com a progressão da doença, há destruição da cartilagem, desalinho das articulações e aparecimento de protuberâncias ósseas (sobretudo nas mãos), que podem levar às deformidades e incapacidade para a realização de atividades da vida diária e profissional.

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A artrite provoca deformidades, que poderão levar a incapacitação parcial ou total.

Segundo a OMS, 80% da população mundial com mais de 65 anos sofre de artrose.

A artrose é um problema degenerativo articular gerado por uma inflamação, onde a cartilagem (tecido conjuntivo elástico entre os ossos) começa a se desgastar, o que pode levar os ossos a rasparem um nos outros. Pode atingir qualquer articulação do corpo, mas em geral é mais comum nas mãos, coluna, joelhos, quadris e na coxofemoral, com muita dor (às vezes crônica) e déficit de movimento, além de estalos, crepitações e rigidez, nas fases mais avançadas da doença.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 80% da população mundial com mais de 65 anos sofre de artrose. O Brasil é o segundo colocado no ranking de pessoas afetadas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O problema atinge principalmente as mulheres, mas há localizações que ocorrem mais no sexo feminino, como por exemplo, mãos e joelhos, e outras no masculino, como a da articulação coxofemoral (do fêmur com a bacia). A chance de incidência aumenta com o passar dos anos, sendo pouco comum antes dos 40 e mais frequente após os 60 anos.

As artroses são consideradas pela medicina convencional como doenças crônico-degenerativas. Os tratamentos são feitos com medicamentos, fisioterapia, nutrição, e em alguns casos, cirurgia. De modo geral, visam apenas aliviar os sintomas, porque o desgaste articular, também segundo a medicina, não pode ser totalmente revertido e a cartilagem e ossos desgastados não podem ser substituídos ou repostos.

Onde a reviravolta quântica começa.

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A Terapia Frequencial oferece soluções animadoras para os casos de artrite e artrose.

Terapia Frequencial e suplementação de magnésio podem ser a solução!

A medicina quântica trouxe novas perspectivas que apontam em direção contrária ao “establishment”. No Brasil, a Terapia Vibracional Quântica, também conhecida como Terapia Frequencial Floral, tem contribuído bastante para a reversão desse quadro. Pessoas que já têm diagnóstico de artrite e/ou artrose podem se beneficiar imensamente dessa terapêutica, uma vez que ela oferece soluções bastante animadoras nesses casos. É um método  atóxico, não invasivo e sem qualquer tipo de efeito colateral. Agindo por meio biofísico (não bioquímico) através de ressonância vibratória, consegue modular as inflamações, levando-as ao estágio seguinte (o da regeneração), além de conseguir em muitos casos, recuperar o tecido cartilaginoso ou ósseo já danificado.

Não se pode aqui deixar de falar na importância da suplementação de magnésio, na forma de cloreto de magnésio PA, em todos as ocorrências citadas. O magnésio participa de mais de 300 funções enzimáticas essenciais à vida, abrangendo todos os aspectos da fisiologia humana. Também tem ação direta na produção de ATP, a molécula de energia do nosso corpo, no funcionamento do cérebro, do músculo cardíaco, na formação de ossos e dentes, no relaxamento de vasos sanguíneos, na função gástrica e intestinal, e em muitos outros órgãos e tecidos. Fundamental na formação do tecido conjuntivo, na produção do líquido sinovial e na lubrificação e regeneração da cartilagem, é essencial em todos os problemas reumatológicos, e sua deficiência causa e sustenta os processos inflamatórios crônicos. Note ainda que é o magnésio que tem a “memória” do cálcio, sendo capaz de remover calcificações em locais indevidos, colocando essse cálcio excedente nos ossos.

A suplementação com cloreto de magnésio é segura e sua ação é incrivelmente rápida, sendo apenas contraindicada para pessoas com problemas renais graves. No livro “A Terapia do Magnésio Transdérmico”, seu autor, o Dr. Mark Sircus afirma: “Assim como precisamos de água, precisamos de magnésio todos os dias”. A deficiência de magnésio é crônica, especialmente no Brasil, e é largamente ignorada por médicos e laboratórios, que nem sequer incluem níveis de magnésio em seus exames de sangue de rotina. Isso explica muito sobre o aumento de problemas crônicos e degenerativos. Como afirma o neurocirurgião norte-americano  Dr. Clyde Norman Shealy (PhD): “Toda doença conhecida está associada a uma deficiência de magnésio; o magnésio é o mineral mais criticamente necessário para a estabilidade elétrica das células do corpo. A falta de magnésio pode ser responsável por mais doenças do que qualquer outro nutriente”.

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A suplementação de cloreto de magnésio é essencial nos problemas reumatológicos.

Relatos de experiências pessoais com artrite e artrose.

Embora seja corrente a idéia de que problemas reumáticos como artrites e artroses não têm cura, há relatos de muitos casos de melhora ou reversão desses problemas com a Terapia Frequencial Floral; e de outro lado, existem inúmeros estudos científicos realizados por importantes Universidades mundo afora, e outros tantos publicados em revistas científicas, que comprovam a importância da suplementação de magnésio em toda essa classe de enfermidades.

Não vou muito longe. Eu mesmo tive duas experiências pessoais que me fizeram comprovar a potência do magnésio e, em outra ocasião, da Terapia Frequencial. A primeira aconteceu quando iniciei o curso de Terapia Ortomolecular no ano de 2000. Eu já sofria há algum tempo de artrite, com quadro de rigidez matinal, ou seja, era como acordar completamente enferrujado, o que me criava grande dificuldade para efetuar os primeiros movimentos, com dores agudas, ritual que se repetia todos os dias, me fazendo levar de 3 a 5 minutos para conseguir sair da cama. O que fiz na ocasião foi colocar imediatamente em prática o conhecimento adquirido no curso, o que me levou à suplementação de cloreto de magnésio e retirada de alguns alimentos incompatíveis com a genética do meu tipo sanguíneo. Somente esses procedimentos simples reverteram o quadro artrítico, e todos os sintomas desapareceram em uma semana. Isso mesmo: uma semana! O melhor é que, como continuo a suplementar o magnésio diariamente, os sintomas nunca mais retornaram, mesmo após 18 anos. Essa, aliás, foi a primeira comprovação que eu tive: o que eu havia decidido estudar tinha eficácia real e muito poder.

A segunda experiência aconteceu recentemente. Inflamações típicas de um início de artrose coxofemoral começaram a se manifestar nos últimos anos. Durante certo tempo tive apenas crises esporádicas, porém com muita dor e dificuldade para andar, o que me fazia tomar anti-inflamatórios para cessar os incômodos. No final de 2015, devido a um violento e duradouro estresse emocional, tive uma crise bem mais intensa, com dores que se tornaram crônicas e que assim permaneceram, mesmo após seis meses de uso quase contínuo de anti-inflamatórios. Eu sabia que não estava fazendo a coisa certa, que tomar medicamentos ia contra meus princípios, e que precisava de uma alternativa à medicação. Em maio de 2016, decidi mudar a ótica e começar um tratamento com a Terapia Frequencial. No dia em que iniciei o uso dos frequenciais, deixei o anti-inflamatório. Precisava de uma comprovação do êxito terapêutico, que para minha surpresa e alívio, veio na manhã do terceiro dia, com o desaparecimento da dor e das dificuldades de movimentação. De lá pra cá, são mais de dois anos sem sofrimento, sem crises dolorosas, sem sinais de desconforto e sem anti-inflamatórios alopáticos, com um ganho impressionante de vitalidade, entusiamo e alegria de viver.  Parece mágica, mas é física quântica aplicada aos tratamentos de saúde.

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Articulações saudáveis com Terapia Frequencial e suplementação de magnésio.


IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis aqui possuem apenas caráter informativo, não devendo ser consideradas como indicações.

Referências:
SHEALY, Norman. Holy Water, Sacred Oil: The Fountain of Youth. Biogenic Books, 2000.
SIRCUS, Mark. A Terapia do Magnésio Transdérmico. Editora Laszlo – 1ª edição em Português, 2017.
WEGLICKI, Phillips. Pathobiology of Magnesium Deficiency: a cytokine/neurogenic inflammation hypothesis. American Journal Physiology, vol. 263, p. 734-737, set. 1992.
https://www.nhs.uk/translationportuguese/Documents/Arthritis_Portuguese_FINAL.pdf
https://www.reumatologia.org.br/doencas/principais-doencas/osteoartrite-artrose/
http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/154-artrite-reumatoide-e-artrose-oesteoartrite
https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/artrite-e-artrose/
http://trofoterapeuta.blogspot.com/2013/06/artrite-artose-calcificacao-ciatica.html
https://www.tuasaude.com/artrite/
https://minutosaudavel.com.br/o-que-e-artrose-no-joelho-na-coluna-cura-remedios-e-tratamento/
http://portalhospitaisbrasil.com.br/a-artrose-em-numeros/
http://www.acritica.net/editorias/saude/artrose-atinge-80-da-populacao-mundial-com-mais-de-65-anos/197037/
http://www.oquadril.com.br/novo/index.php/articulacao-coxo-femoral/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Reumatologia
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/5803/artrites_microcristalinas.htm
https://www.sandrolenzi.com.br/crepitacao-articular/

3 Respostas para “Artrite e artrose pela ótica quântica

    • Eu fiz em Minas, mas esse curso não existe mais há bastante tempo. Por isso mesmo, estou preparando um Curso EAD de Formação em Ortomolecular com cerca de 300 horas, que inclusive irá habilitar o aluno a tirar registro CRT de terapeuta, e que estará disponível no início do ano que vem. Quanto ao magnésio, prefira a versão em grânulos para dissolver em água. Te mando um pdf sobre o magnésio por e-mail.

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